What I Have Learned From Working at Fábrica de Startups

Lisbon is a renowned European city known for its ‘free-spirited’, ‘laid-back’ and ‘hipstery’ attitude. A city that promotes freedom and accepts diversity, its start-up scene is not any different. I heard from many people, how traditional big European companies are rigidly structured. I was never up for such big corporation and its lifeless rigidity. I always wanted to work for an organization where cultural diversity, individuality and finally youthful energy will be appreciated. What better place is there to find all that at once than a Lisbon start-up!

And yes, my experience is way too unique than I expected! Since the beginning of 2017, I have been working as an intern at Fábrica de Startups, an accelerator company that aims to create new startups in Portugal, targeting the global market, to help them grow quickly and become successful examples.

The first day I came to work, I was not happy about the open-office arrangement of Fábrica workplace, though it has all the open office requirements implemented- a big open room filled with natural sunlight, fresh air and a reasonable distance (2 feet) from colleagues. I asked myself like any other serious professional with strong work ethics would do, how I could use Facebook here if one of the manager is sitting right behind me and could look at my screen anytime! Same things apply for my new colleagues, sitting on a distance of 2 feet from each other.

I can proudly say, I am an old fashioned person, and I believe in working in peace, serenity and under discipline. In my opinion, an open workspace is something opposite of all those things and you spend time chatting and laughing with your colleagues. I am glad that I could not be more wrong. I went through a week of personal training for my work, but I learned the most from my colleagues sitting next to me. I’ll credit this to the open office arrangement.

Let the discipline work for itself

As per as discipline, my boss never take a look at whether I am facebooking, chatting or working. We have two weekly meetings, where I and my team present what we did the whole week. And trust me, you don’t want to be the one doing the least work in your team and be embarrassed! So I work for my own performance and discipline myself on own.

Diversity is the new genius

Another perk of working here is getting to know people of different countries. Even in my team, there are colleagues from different nationalities- Indian, Dutch, Polish & many more. I meet really talented people who are fun to hang out with even outside work. I see how people claim working in a start-up is a lot of fun, for me it’s the colleagues who make the work interesting and enjoyable.

Perks is the new culture

Few other nice things that make other company’s employees jealous (because I brag about these so much): free coke, juice, pasta or pizza (I know! right?). If you are a non-portuguese speaker, No Problem! Everyone speaks English here.  The company hosts and participate in many events such as networking events, conferences, workshop and pitching competitions that anyone can join.

When all that glitters in not gold

For me, start-up is young people’s game. The average employee age range is 20 to 27 years. In my team, the eldest person is 27 years old, and she is my boss running a team of 9 people. If you are a 40+ year old person and consider yourself 20 something by your heart, then maybe you can give the start-up a try. In reality, every one of my colleague works themselves into the ground, with highest efficiency and quality wise work.

Well, have I caught your attention? Then, you can contact Fábrica de Startups team and find out more! We are currently based in Oeiras, near to the beautiful beach. Who knows? You can even take one of our summer internships as a first step towards becoming an entrepreneur yourself.

BET24 – as 24 horas que movem o empreendedorismo

Cheguei à Microsoft para o BET24 por volta das 8h quando ainda tudo estava calmo, o que me pareceu normal para um sábado de manhã. Rapidamente, o espaço começou a encher à medida que os participantes iam fazendo o check-in e eram conduzidos até ao auditório onde o Tiago Freire de Andrade, presidente do BET, nos deu uma calorosa boas-vindas e nos congratulou por termos sido selecionados para os desafios.

Após o curto discurso começaram as rondas de conferências. Num estilo casual e informal, ouvi atentamente os oradores de renome em três diferentes categorias: startups nacionais, investidores e empreendedores internacionais. Na primeira ronda de conferências, Lara Vidreiro (Chic By Choice), André Albuquerque (Uniplaces) e Gonçalo Farinha (Drivit) revelaram como começaram os seus negócios, quais foram os maiores desafios e deram algumas dicas sobre como ser bem-sucedido num ambiente altamente competitivo.

De seguida, foi a vez de Marta Palmeiro (Pier Capital), João Freire de Andrade (BIG Start Ventures) e Celso (BrightPixel) subirem ao palco para nos esclarecerem a questão do investimento nas startups: o que é que os investidores procuram, como fazer um pitch e a que detalhes devem os empreendedores prestar atenção quando criam o seu modelo de negócio.

A terceira conferência versou sobre a questão ‘como ser bem-sucedido num ambiente internacional?’. O know-how foi transmitido por Kevin Loaec (empreendedor internacional), Artur Pereira (Country manager do Web Summit) e Francisco Veloso (Diretor da Católica Lisbon School of Business and Economics) para mim e mais de 300 jovens inovadores que se encontravam na sala.  

A seguir à ronda de conferências, fomos divididos de acordo com o desafio para o qual nos candidatámos, que podia ser um dos seguintes: Startup 1.0, Startup 2.0, Innovation e Social. Ao longo da tarde recebi ajuda de mentores e participei em workshops onde pude obter mais informações sobre diversos tópicos, como por exemplo: ‘Como construir um Business Model Canvas’, ‘Como fazer um pitch’ e ‘Desenvolvimento de Produto de Hardware’. O sócio fundador da Fábrica de Startups, António Lucena de Faria também esteve presente para ajudar os participantes do desafio Startup 1.0 criarem o seu business model canvas.

A pausa de almoço veio mesmo a tempo para recuperar novas energias. Da uma às cinco da tarde, trabalhei intensamente com a minha equipa no desenvolvimento das ideias, de forma a melhorar o pitch final. Conseguia-se definitivamente sentir o entusiasmo, foco e determinação na sala!

Num piscar de olhos, o tão-esperado momento do dia chegou: as sessões de pitch. Cada equipa apresentou as suas ideias a um painel de jurados, que iam avaliando e recolhendo todas as informações para mais tarde divulgar quem seriam os finalistas deste primeiro dia do BET24.

Agora, resta-nos aguardar pelo dia 6 de Maio para descobrirmos quem serão os grandes vencedores de cada desafio do BET24. Fiquem por aí!

Maria Ana Peres

O estágio na Fábrica de Startups

O estágio na Fábrica de Startups

Estava eu no mês de Agosto, todos os meus amigos na praia e eu à procura de um estágio de Verão para aprender algo de novo e, claro, fortalecer o meu currículo. Decidi candidatar-me à Fábrica de Startups, um espaço que tem programas de ideation e aceleração, assim como incubação para startups, umas pessoas jovens e outras não tanto, mas todos com uma enorme vontade de aprender uns com os outros, criarem e desenvolverem os seus negócios com a esperança de um dia serem milionários.

Climber Hotel - ou assim se faz uma startup

Climber Hotel - ou assim se faz uma startup

Mário Mouraz é co-fundador da Climber Hotel e daquele tipo de pessoas que não para por um segundo. Pratica vários desportos, vai de bicicleta para o trabalho todos os dias (muito desafiante quando se vive em Lisboa, a cidade das sete colinas) e adora escalada. É por isso que a sua startup se chama Climber Hotel.

Fez a licenciatura em Gestão no ISCAL (instituto superior de contabilidade e administração de Lisboa) e mestrado em Hospitality Management (Gestão de Hotelaria) na EADA Business School Barcelona.

Simple guide to do smart networking

Simple guide to do smart networking

Getting a personal introduction to a strategic investor or business partner means everything to an entrepreneur. Connecting and networking with other entrepreneurs can benefit you in several ways - from new perspectives that spark business growth, to new contacts and mentors to bounce ideas off.

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