Virtual reality for entrepreneurs

Virtual reality is everywhere.

But when you ask people to think about virtual reality and the applicability of this headsets, they mostly talk about the use of VR for gaming and movies.  Besides using the medium for entertainment, there is a tremendous amount of options to use VR in your business!

In this post, we will discuss some of the possibilities where VR can help you improve your business!

Virtual Tour

Your products will come to life with a good storyline, but the image that the client creates will depend on the interpretation and the imagination of your prospect.

An example for the travel industry; A beautiful story with pictures about a Maldives holiday can’t beat the euphoric feeling when you are actually experiencing a beach day in the Maldives by watching a 360 video that is made on the beach.

And this is where Virtual Reality can be applicable. Create a holiday feeling experience for the client in a virtual reality setting. This positive experience will help convince the client easily and make them buy the product.

 

Events

When you are having a stand in an exhibition, you want to attract people to see the amazing products you have to offer. A virtual reality stand will help differentiate yourself and attract attention to your stand.

If you have company activities that are not easily accessible to show to potential clients, VR can help you out. Let people travel in a 360 degrees video to the places you would like to show.  

Training

Training your employees and keeping their knowledge up to date is extremely important, but often a costly and time-intensive activity. Trainers, participants and locations must be arranged.

Virtual Reality makes it possible for people to follow a training at the moment and the location that suits them best, in the same way as physical training. In addition, Virtual Reality makes it possible to make training more interactive by simulating situations that are unreachable in real-world training.

VR for branding

With the huge amount of different low-cost virtual reality headsets, it is not a strange idea to use this as a giveaway for your clients or business relations. Brand the headset with your logo and colours, give them away, and your company will be the brand that gave people the first glimpse of the future! 

Company video

A company video is a great way to give potential customers an impression of your business. But with a Virtual Reality movie, viewers have the opportunity to take a quick tour and walk around at your business.

Let the viewer join in the office work, introduce them to the employees, walk together through the factory or take a virtual drink with the complete team. By taking the viewers into the atmosphere and experience of your company, you will make them a participant instead of a viewer.

The written options are just a few of the many possibilities VR has. I want to challenge you to think about how VR could help you as an entrepreneur.

Rick Voll

I’m a Dutchman that is interning at Fábrica de Startups. Besides that, I’m founder of a VR marketing company named CARDBOARDS that is based in the Netherlands. We have several years of experience in helping companies to develop their innovative ideas into a VR project.

 

O estágio na Fábrica de Startups

Faltam poucos dias para terminar o meu estágio na Fábrica de Startups, apesar de me parecer que comecei há duas ou três semanas. Na verdade, foi em fevereiro que iniciei esta etapa da minha vida, portanto já lá vão mais de três meses. Isto significa que o estágio correspondeu às minhas expetativas e que fiz uma escolha acertada.

Tinha intenções de aprender mais sobre empreendedorismo, mas o que mais queria saber era o que está por detrás de uma startup e o que contribui para o seu sucesso. Tinha alguma curiosidade, mas acima de tudo tinha imensas questões sem resposta, das quais posso destacar:

· “Como é que se sabe que uma simples ideia tem potencial para se tornar em algo muito mais significativo?”

· “Qual é o próximo passo para desenvolver a minha ideia?”

· “De que é que depende o sucesso de uma startup?”

Felizmente é neste campo que a Fábrica de Startups é muito forte. Na altura sabia muito pouco e queria respostas, de preferência respostas dadas por alguém com experiência na área. Assim, iniciei o programa de estágio, que estava de acordo com o que pretendia.

Conheci o pessoal que já trabalhava na empresa, assim como os outros estagiários com quem ia trabalhar. Eramos um grupo bastante variado, visto que incluía pessoas de áreas não diretamente relacionadas com gestão/economia (como era o meu caso) e também porque alguns deles eram estrangeiros. Fiquei bastante satisfeito com este facto, pois quase tive uma experiência internacional dentro do meu próprio país. Todos estes colegas foram fundamentais neste percurso, pois, independente de terem mais ou menos experiência que eu, sinto que aprendi alguma coisa com cada um deles. No fundo, todos contribuíram para eu abrir os horizontes e melhorar as minhas capacidades de trabalho em equipa. O espaço open space onde trabalhamos promove muito mais a entreajuda e a partilha de informação entre todos, tornando o grupo mais forte.

Comecei por aprender alguma teoria e a partir daí foi tudo muito prático. Sou alguém que gosta de ver que há uma aplicação prática naquilo que aprendeu e aqui tive a oportunidade de o fazer. A maior parte da minha aprendizagem foi feita através da aplicação dos conhecimentos adquiridos no início. Aprendi também a estruturar o meu pensamento e ideias e a pensar de forma mais criativa. Tive contacto direto com os materiais que a Fábrica fornece a quem pretende criar a sua startup e também a oportunidade de conversar com os responsáveis pelas várias startups aqui incubadas. Representei a empresa em alguns dos maiores eventos de empreendedorismo em Portugal, como o Caixa Empreender Awards.

A Fabrica de Startups é bastante conhecida pelos seus vários programas de Ideação e de Aceleração, que abrangem as mais variadas áreas de negócio. Não só tive a oportunidade de trabalhar em algum conteúdo relacionado com esses programas como também fui participante num deles.

A Ideation Week for Retail foi uma das melhores experiências que tive até ao momento, pois fui um concorrente, tal como todas as outras pessoas que se tinham inscrito no programa. As equipas concorreram entre si, mas no fundo o espirito de cooperação imperou e isso contribuiu imenso para o sucesso de cada uma das mesmas. Foi uma oportunidade única de trabalhar com pessoas que não conhecia antes (a maioria com mais experiência do que eu) e também de contactar com os vários mentores e profissionais da Fábrica, da Deloitte Digital, da Sonae e da NOS. A minha equipa teve a felicidade de ficar no 3º lugar, mas para mim o maior prémio foi sem dúvida o que aprendi com todos estes mentores e colegas de trabalho e a ferramentas que levo para o futuro. Foi algo que só num programa destes seria possível e não podia estar mais satisfeito por ter participado.

Uma prova de que, de facto, considero que este estágio valeu a pena é o facto de ter ficado mais tempo do que esperava ficar inicialmente. Tenho a certeza que evoluí bastante pessoalmente e que adquiri competências que me serão muito úteis no meu futuro profissional.

Rodrigo Bernardes

A minha experiência na Ideation Week for Retail

É segunda feira, dia 8 de maio, a semana começa ao entrarmos numa sala repleta de desconhecidos. Há aquela tensão no ar de quem está a lidar com realidades novas e tem medo de dar os primeiros passos para conhecer aqueles “estranhos” que muito importantes serão para nós no decorrer dessa semana.

Começam então as introduções habituais e depressa se sente o entusiamo a crescer. Tanto a Fábrica de Startups, como a NOS, a Sonae e a Deloitte Digital apresentam-se e dão-nos a entender o que esperam de nós nesta Ideation Week for Retail moderada por António Lucena de Faria, CEO da Fábrica de Startups.

O primeiro dia é dedicado a conhecer não só os participantes, mas também a nós próprios com uma série de jogos interativos que ajudam a definir os perfis das pessoas e incentivam à socialização entre elas. Rapidamente começam-se a quebrar barreiras e a ter noções de quem nos rodeia. A audiência é composta por jovens ainda na universidade e também por pessoas com 20 anos de experiência profissional, todos com uma excelente ética de trabalho e prontos a encarar esta semana de trabalho árduo.

A área de retalho é bastante vasta e diversificada, e a Sonae propôs-nos 10 desafios estratégicos de modo a que cada uma das 8 equipas apresentasse as suas soluções. Foram então definidos líderes consoante os perfis das pessoas e as equipas formadas por desafio. Os membros entre si eram completamente diferentes, no entanto as suas habilidades específicas contribuíam para a harmonia em grupo e otimização do processo de ideação.

A semana prosseguiu com as equipas a trabalharem arduamente no seu objetivo. Todas as manhãs haviam apresentações do trabalho feito no dia anterior de modo a obter-se feedback e as respetivas correções do que podia ser melhorado.  De seguida, a partir de uma metodologia testada e verificada pela Fábrica de Startups, as equipas recebiam definições e materiais importantes para chegarem à sua ideia de negócio. Começámos pela definição do segmento de mercado que mais se identificava com o nosso desafio, no entanto, sem falar com eles mesmos nada poderíamos concluir, portanto, os finais de tarde de terça e quarta feira foram de trabalho de campo em lojas especializadas de retalho alimentar. Sendo que, no final do dia de quarta feira, tínhamos uma solução a um problema que o nosso segmento de mercado nos identificou!

É também crucial referir a rede de mentores que nos acompanhou ao longo da semana das empresas patrocinadoras, NOS, Sonae e Deloitte contribuindo com a sua vasta experiência e conhecimento nas diversas áreas. Deram-nos insights muito importantes e pertinentes de forma a conseguirmos orientar da melhor forma possível a nossa ideia de negócio, ajustando-a ao nosso segmento mercado e desafio proposto.

Chegamos então aos últimos dois dias da semana, e já com uma solução escolhida foi-nos introduzido O Modelo de Negócios que é o plano que demonstra como a nossa empresa cria, distribui, e captura valor. Este era o maior desafio até à altura, sendo até um pouco intimidante pois teríamos de começar a pensar na parte corporate da nossa ideia de negócio. No entanto, mais uma vez, os mentores intervieram e foram incansáveis connosco a ver todos os aspetos do modelo de negócios de forma torna-los o mais exequíveis possível, ajudando-nos assim a ultrapassar mais uma etapa.

Sexta feira, dia 12, o dia com mais nervos à flor da pele. É o dia do Pitch final, com jurados da Fábrica de Startups, Deloitte Digital, Sonae e Nos a avaliar todo o trabalho da semana. Os porta-vozes são escolhidos e nota-se o nervosismo nas suas caras, mas também o entusiasmo de que a sua ideia vai vingar e tem pernas para andar no nosso mercado. Uma a uma, as equipas sobem ao palco e expõem em 5 minutos, toda a sua ideia, como ela surgiu e a quem é destinada. Posso confidenciar que todas as equipas fizeram um excelente trabalho e todas elas apresentaram um desportivismo fantástico, apoiando e elogiando os seus “adversários”, estabelecendo-se vários contactos e quiçá parcerias futuras.

A semana termina com a nomeação dos três vencedores e respetivos prémios, precedidos de inúmeros elogios das empresas organizadoras quer aos participantes quer às suas ideias.

Infelizmente a minha equipa não venceu esta Ideation Week, no entanto, as três ideias vencedoras eram fantásticas e tiverem muito mérito na vitória. Apesar de não ter ganho nenhum prémio, sinto que ganhei em experiência quer pessoal quer profissional, pois tive de aprender a trabalhar com desconhecidos de backgrounds completamente diferentes e tive acesso a conteúdos completamente diferentes e inovadores, e isto tudo apenas numa semana! É uma semana de trabalho árduo, mas muito valiosa e é de louvar a criação deste tipo de iniciativas.

 

Frederico Paula

 

 

 

A minha conversa com a Couch

Segundo a Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental, Portugal é um dos países da Europa com maior percentagem de população com doenças do foro da ansiedade, sendo esta a doença mental mais prevalente no país. Os dados acima referidos fazem-nos pensar sobre a necessidade de encontrar soluções que combatam a incidência destas doenças de uma forma eficaz e que, simultaneamente, se adaptem ao estilo de vida de cada pessoa. 

Enquanto estagiária na Fábrica de Startups, tive a oportunidade de entrevistar João Villas-Boas, médico e CEO da Couch, uma startup que teve início na Ideation Week for Health, dedicada à disponibilização de apoio psicológico especializado, através de uma plataforma online. 

Não percam a oportunidade de conhecer melhor a startup que se propõe mudar o paradigma da saúde digital em Portugal. 

ISP: Como surgiu o projeto Couch? 

JVB: A Couch surgiu na Ideation Week for Health da Fábrica de Startups, em que tivemos acesso aos principais stakeholders da área da saúde em Portugal. O Grupo José de Mello Saúde, Ministério da Saúde, Médis, NOS e Deloitte, propuseram-nos alguns desafios do atual panorama da saúde em Portugal, para solucionarmos. 

Das várias temáticas em aberto, propusemo-nos desenvolver uma solução para o acesso remoto a cuidados de saúde. Ao longo do programa tivemos o apoio dos mentores, demos o nosso máximo e acabámos por ser um dos três vencedores do Ideation Week for Health. 

Na sequência dessa proposta, fomos convidados a participar na Summer of Startups, uma iniciativa da Fábrica de Startups e da Catolica Lisbon SBE, que ocorreu durante o mês de julho e teve como objetivo desenvolver as nossas ideias. Durante esse mês tivemos a hipótese de aprofundar os nossos estudos de mercado, utilizando o roadmap da FastStart, que considero estar muito bem estabelecido. Seguimos todas as etapas e tivemos a oportunidade de nos debruçar sobre o estudo dos potenciais clientes e de verificar se a nossa hipótese seria interessante para aos nossos clientes. 

ISP: Qual foi o impacto que a Ideation Week for Health teve no o desenvolvimento do projeto? 

JVB: Foi muito importante pois tivemos oportunidade de desencadear um conjunto de acontecimentos e também a possibilidade de formarmos a nossa equipa, no sentido de esta ser multidisciplinar e complementar, assegurando competências diferenciadas. Adicionalmente a Ideation Week abriu-nos uma série de oportunidades que nos levaram à Summer of Startups e que, seguidamente, nos permitiu candidatar ao Startup Bootcamp em Digital Health, uma aceleradora vertical especializada na área da saúde digital. Entre 516 candidaturas, fomos uma das 10 escolhidas. 

ISP: Como correu a experiência do Digital Health Bootcamp, em Berlim? 

JVB: Foi o conhecimento de um mundo novo, embora tenha algumas semelhanças com a Ideation Week e com o Summer of Startups, no sentido em que ambos têm uma parte substancialmente académica. Temos acesso a workshops com parceiros assim como formação onde aprendemos sobre temas como user experience, fundraising etc. 

A Startup Bootcamp tem vários programas de aceleração espalhados por todo o mundo e com experiência em diversas áreas de negócio. Nesse sentido têm um roadmap muito claro, com o ritmo próprio de um programa de aceleração. A experiência em Berlim foi especialmente 

importante pelo contacto que estabelecemos com uma rede de mentores diferenciados e extremamente acessíveis. 

ISP: De que forma é que a Couch tem evoluído nos últimos tempos? 

JVB: O lançamento do nosso serviço e termos tido os primeiros clientes pagos foram metas bastante importantes. Em termos de desenvolvimento do produto, concebemos recentemente o primeiro chatbot de rastreio de saúde no país. Importante também o facto da plataforma web estar atualmente a ser renovada e melhorada. 

Recentemente, fomos convidados para participar no Activar Portugal da Microsoft de forma a desenvolver um projeto piloto em que através de um sistema de voucher, os trabalhadores da Microsoft terão um desconto nos nossos serviços 

Adicionalmente, somos uma das cinco startups shortlisted para a final do Youth Entrepreneurship Award em Bruxelas, uma iniciativa da AmChamEU e da Junior Achievement EU.

ISP: Quais são os planos para o futuro da Couch? 

JVB:. Em termos dos nossos serviços, o nosso objetivo é consolidar o mercado da psicologia e expandir para o mercado da pediatria. Ao estender os nossos serviços à pediatria, conseguimos evitar idas desnecessárias de crianças às urgências dos hospitais, que são um foco de infeção e contágio. Aliando o facto de os pais de hoje em dia serem pessoas com facilidade em utilizar plataformas de videoconferência, permite-lhes um acesso rápido a um pediatra que fará o encaminhamento adequado para cada caso, o que pode evitar uma ida desnecessária a uma urgência e mais rapidamente proporcionar tranquilidade de saber que está tudo bem com o seu filho. 

O nosso objetivo é aplicar o trabalho que estamos a desenvolver em psicologia ao contexto laboral, estabelecendo parcerias com empresas de recursos humanos e com empresas que estejam empenhadas no bem-estar psicológico dos seus trabalhadores. Este investimento reflete-se não só em termos de saúde como em termos de produtividade. 

Uma outra vertente é a de que estamos a iniciar um serviço de aumento de rendimento/performance no trabalho, que está ligada à psicologia organizacional e direcionada para profissionais que queiram fazer uma melhor gestão de carreira e/ou alcançar os seus objetivos. 

Finalmente, estamos a levantar a nossa pre-seed round e por isso lanço aqui o convite a todos os business angels que estejam interessados na saúde digital a entrar em contacto com a nossa organização, temos todo o prazer em fazer o pitch. 

Inês Sá Pereira

 

‘Social Entrepreneurship’- if not for money, then for what?

Some other day I had a very interesting talk with one of my best friends- one of these philosophical talks about life and its purpose. Both of us in more or less similar stage of life- studying in business school. We were thinking ‘’How many good things have already happened and are happening around us. God, family and friends- the world gave me so much- we are healthy, safe, happy, we can develop our hobbies and make our dreams come true. BUT…not everyone can! NOT EVERYONE CAN!!!
What are we giving to the world? How can we as students, as professionals in the future, do to have a positive impact on others around us? We cannot save the world, but there are some things which we actually can do!’’ Our talk was very long and from time to time we still come back to the topic to refresh our ideas… Conclusions?
Money is not everything! And even if it is important- you can still earn money helping others at the same time! It is not impossible!!! The solution might not be actually that difficult and it might be through Social Entrepreneurship.
I DARE YOU TO TRY!

Social Entrepreneurship - What is it?

In the world of growing social and economic inequalities, there is a need to do business on a human scale- focused on funding and implementing solutions to cultural, social and environmental issues. This is a new approach to business, social services and social engagement. Social enterprise might be similar to any other profit-oriented business and generate profit- what makes a difference is the way how the profit is used. The profit of social businesses aims to fulfil the social mission, in order to contribute to social equality and improve living conditions in a community. Therefore, the profit is either reinvested or use to realise social goals, such as creating new jobs, cultural needs, social inclusion, health care and preservation of the natural environment.

Why would you care?

Starting a social enterprise is a great opportunity for all those who aim to create something which besides monetary value has the higher purpose. It includes combining innovation, resources and opportunity to address critical social or environmental challenges in order to fight with marginalisation, environmental deterioration and loss of human dignity.

Actually making money…    … and much more.

Social entrepreneurial business does not equal not-for-profit organisations. Instead, they are concepts which might also make a profit when solving a social problem. In either case of not-for-profit or for-profit social organisation, their primary objective is to create sustainable system change.

5 keys to success for social entrepreneurs by Lluis Pareras[1]

5. They do know the real value of an idea- which is nothing. - The real value depends on the execution of the idea

4. They hate. -  anxiety about existing situation which without taking proper action hurts or even kills people

3. They shout their existence to the world. – sharing ideas with others in order to create maximum possible value

2. They are paranoid. – focusing on their weaknesses instead of strengths in order to always improve and fix problems which might appear

1. They look at the social impact and the money at the same time. – successful social entrepreneurship might be a beautiful idea, however, it still needs money and venture capital in order to develop and implement ideas and to attract appropriate people

… But I do already have my business, so how can I help?

Having a positive impact does not mean that you need to give your money to charity/community and give up your profit. Being more socially conscious and taking responsible decisions might actually positively impact your business, attracting employees and customers as an organisation which aims to make the world a better space. What can you do?

1.           Create a social responsibility mission, which will shape your values and choices. Aim to be authentic and think logically how you can minimise negative effects of your business decisions.

2.           Establish attainable goals, which you are actually able to achieve and which fit your business idea.

3.           Cooperate with other organisations and businesses, such as local charities improving local economy and community.

4.           Engage your employees, to boost their morale and productivity. Employees as main stakeholders of any organisation consist a base of positive change.

5.           Reimagine giving- it is not only about donations and money you give- it is mainly about the way how you run your business and what is your aim. If you are determined to create a positive impact, make sure you have a support of stakeholders (employees, government, investors, etc.), involve them and go for it!

Anna Pierz

 

 

 

[1] P is for Lluis Pareras: Five Keys To Success For Social Entrepreneurs. (2017, February 03). Retrieved April 19, 2017, from http://www.thepositiveencourager.global/lluis-pareras-five-keys-to-success-for-social-entrepreneurs-2/

 

 

Big Smart Cities - Quinta edição da maior competição de empreendedorismo de Portugal!

O “Big Smart Cities” aconteceu em Cascais no dia 17 de Abril e eu enquanto estagiária da Fábrica de Startups tive a sorte de poder assistir ao lançamento deste evento, que é a maior competição de empreendedorismo do país. O BIG smart cities, promovido pela Vodafone Power Lab e pela Ericsson, é uma plataforma nacional com um programa de pré-aceleração que premeia ideias tecnológicas que melhorem a vida nas cidades.

A partir deste projeto, Cascais fica conhecida não só pelo seu mar, pelo sol e pelos maravilhosos passeios como também pela primeira cidade experimental para startups. Para o início do lançamento contámos com uma breve apresentação do programa pelo Mário Vaz, Presidente executivo da Vodafone Portugal, seguido de Miguel Pinto Luz, Vice-presidente da Câmara Municipal de Cascais e por último, Pedro Queirós, Presidente executivo da Ericsson em Portugal.

Mário Vaz, durante o seu discurso, ainda nos disse que o projeto que começou em 2013, anda de mãos dadas com a inovação e a tecnologia, procurando as melhores ideias de negócio com uma base tecnológica que melhorem a qualidade de vida de todos.

Os mesmos ainda nos explicaram que o principal objetivo do Big Smart Cities é “descobrir e apoiar ideias de negócio, de base tecnológica, e que sejam capazes de melhorar o dia-a-dia daqueles que passam ou vivem nos grandes centros urbanos do país”. Este ano ganha uma nova dimensão, pois dá aos participantes mais e melhores oportunidades - depois de trabalhados os modelos de negócio, as melhores ideias terão uma rede de cidades experimentais onde poderão testar e implementar o seu piloto.

Para os vencedores haverá excelentes prémios. O 1º lugar terá um apoio de 10,000€, uma viagem a um dos pólos de inovação da Ericsson na Europa, um espaço de trabalho e período de aceleração no Vodafone Power Lab durante seis meses e ainda o acesso à cidade experimental para a realização de todos os testes necessários. Para os restantes vencedores (2º e 3º lugar) haverá 2500€, o acesso à cidade experimentar e também o período de seis meses no Vodafone Power Lab.

O Big Smart Cities irá percorrer várias cidades de Portugal, tais como Évora, Porto, Lisboa, Coimbra e Braga. Por isso, se queres ser BIG e se tens todos os requisitos pretendidos, não percas esta grande oportunidade de puderes passar a tua ideia dos “powerpoints para o negócio”!

Marília Sacramento

 

What I Have Learned From Working at Fábrica de Startups

Lisbon is a renowned European city known for its ‘free-spirited’, ‘laid-back’ and ‘hipstery’ attitude. A city that promotes freedom and accepts diversity, its start-up scene is not any different. I heard from many people, how traditional big European companies are rigidly structured. I was never up for such big corporation and its lifeless rigidity. I always wanted to work for an organization where cultural diversity, individuality and finally youthful energy will be appreciated. What better place is there to find all that at once than a Lisbon start-up!

And yes, my experience is way too unique than I expected! Since the beginning of 2017, I have been working as an intern at Fábrica de Startups, an accelerator company that aims to create new startups in Portugal, targeting the global market, to help them grow quickly and become successful examples.

The first day I came to work, I was not happy about the open-office arrangement of Fábrica workplace, though it has all the open office requirements implemented- a big open room filled with natural sunlight, fresh air and a reasonable distance (2 feet) from colleagues. I asked myself like any other serious professional with strong work ethics would do, how I could use Facebook here if one of the manager is sitting right behind me and could look at my screen anytime! Same things apply for my new colleagues, sitting on a distance of 2 feet from each other.

I can proudly say, I am an old fashioned person, and I believe in working in peace, serenity and under discipline. In my opinion, an open workspace is something opposite of all those things and you spend time chatting and laughing with your colleagues. I am glad that I could not be more wrong. I went through a week of personal training for my work, but I learned the most from my colleagues sitting next to me. I’ll credit this to the open office arrangement.

Let the discipline work for itself

As per as discipline, my boss never take a look at whether I am facebooking, chatting or working. We have two weekly meetings, where I and my team present what we did the whole week. And trust me, you don’t want to be the one doing the least work in your team and be embarrassed! So I work for my own performance and discipline myself on own.

Diversity is the new genius

Another perk of working here is getting to know people of different countries. Even in my team, there are colleagues from different nationalities- Indian, Dutch, Polish & many more. I meet really talented people who are fun to hang out with even outside work. I see how people claim working in a start-up is a lot of fun, for me it’s the colleagues who make the work interesting and enjoyable.

Perks is the new culture

Few other nice things that make other company’s employees jealous (because I brag about these so much): free coke, juice, pasta or pizza (I know! right?). If you are a non-portuguese speaker, No Problem! Everyone speaks English here.  The company hosts and participate in many events such as networking events, conferences, workshop and pitching competitions that anyone can join.

When all that glitters in not gold

For me, start-up is young people’s game. The average employee age range is 20 to 27 years. In my team, the eldest person is 27 years old, and she is my boss running a team of 9 people. If you are a 40+ year old person and consider yourself 20 something by your heart, then maybe you can give the start-up a try. In reality, every one of my colleague works themselves into the ground, with highest efficiency and quality wise work.

Well, have I caught your attention? Then, you can contact Fábrica de Startups team and find out more! We are currently based in Oeiras, near to the beautiful beach. Who knows? You can even take one of our summer internships as a first step towards becoming an entrepreneur yourself.

Rahul

 

BET24 – as 24 horas que movem o empreendedorismo

Cheguei à Microsoft para o BET24 por volta das 8h quando ainda tudo estava calmo, o que me pareceu normal para um sábado de manhã. Rapidamente, o espaço começou a encher à medida que os participantes iam fazendo o check-in e eram conduzidos até ao auditório onde o Tiago Freire de Andrade, presidente do BET, nos deu uma calorosa boas-vindas e nos congratulou por termos sido selecionados para os desafios.

Após o curto discurso começaram as rondas de conferências. Num estilo casual e informal, ouvi atentamente os oradores de renome em três diferentes categorias: startups nacionais, investidores e empreendedores internacionais. Na primeira ronda de conferências, Lara Vidreiro (Chic By Choice), André Albuquerque (Uniplaces) e Gonçalo Farinha (Drivit) revelaram como começaram os seus negócios, quais foram os maiores desafios e deram algumas dicas sobre como ser bem-sucedido num ambiente altamente competitivo.

De seguida, foi a vez de Marta Palmeiro (Pier Capital), João Freire de Andrade (BIG Start Ventures) e Celso (BrightPixel) subirem ao palco para nos esclarecerem a questão do investimento nas startups: o que é que os investidores procuram, como fazer um pitch e a que detalhes devem os empreendedores prestar atenção quando criam o seu modelo de negócio.

A terceira conferência versou sobre a questão ‘como ser bem-sucedido num ambiente internacional?’. O know-how foi transmitido por Kevin Loaec (empreendedor internacional), Artur Pereira (Country manager do Web Summit) e Francisco Veloso (Diretor da Católica Lisbon School of Business and Economics) para mim e mais de 300 jovens inovadores que se encontravam na sala.  

A seguir à ronda de conferências, fomos divididos de acordo com o desafio para o qual nos candidatámos, que podia ser um dos seguintes: Startup 1.0, Startup 2.0, Innovation e Social. Ao longo da tarde recebi ajuda de mentores e participei em workshops onde pude obter mais informações sobre diversos tópicos, como por exemplo: ‘Como construir um Business Model Canvas’, ‘Como fazer um pitch’ e ‘Desenvolvimento de Produto de Hardware’. O sócio fundador da Fábrica de Startups, António Lucena de Faria também esteve presente para ajudar os participantes do desafio Startup 1.0 criarem o seu business model canvas.

A pausa de almoço veio mesmo a tempo para recuperar novas energias. Da uma às cinco da tarde, trabalhei intensamente com a minha equipa no desenvolvimento das ideias, de forma a melhorar o pitch final. Conseguia-se definitivamente sentir o entusiasmo, foco e determinação na sala!

Num piscar de olhos, o tão-esperado momento do dia chegou: as sessões de pitch. Cada equipa apresentou as suas ideias a um painel de jurados, que iam avaliando e recolhendo todas as informações para mais tarde divulgar quem seriam os finalistas deste primeiro dia do BET24.

Agora, resta-nos aguardar pelo dia 6 de Maio para descobrirmos quem serão os grandes vencedores de cada desafio do BET24. Fiquem por aí!

Maria Ana Peres